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Nossa História

A Faculdade Santa Lúcia é mantida pela Associação Educacional e Assistencial Santa Lúcia, associação civil de direito público privado, sem fins lucrativos para seus associados, fundada em 12 de março de 1990, com sede à Rua Maringá, 450, Parque Taquaral, no município de Piracicaba, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o n. 60.717.261/0001–59, regendo-se pelo seu contrato social registrado no Primeiro Cartório de Registro de Imóveis e Anexos de Piracicaba sob 1.429 do Livro A-1, de 29/03/1990 sofrendo alteração estatutária em 26/09/1997. A unidade sede da Faculdade Santa Lúcia está situada a Rua Ulhoa Cintra, número 351 – Centro de Mogi Mirim – São Paulo – 13.800-000, onde funcionam os Cursos Administração, Ciências Contábeis, Serviço Social, Sistemas de Informação e Direito.

Mogi Mirim é um município do Estado de São Paulo, com vocação industrial e agrícola. Localiza-se a uma latitude 22º25’55” sul e a uma longitude 46º57’28” oeste, estando a uma altitude de 632 metros. Dista cerca de 60 km de Campinas e 180 km de São Paulo. Sua população estimada em 2006 é de 87.800 habitantes. A economia do município, que possui dois distritos industriais, é formada principalmente pelas empresas Baumer, Lindsay, Fundição Regali, Alpargatas, Eaton, Sabó, Monroe, Balestro, AmBev, Marangoni, Master Foods, dentre outras. O setor agrícola também é importante, em razão de grandes plantações de mandioca e laranja. O município conta ainda com um bem estruturado setor comercial e de serviços.

Em 1994, foi autorizado a funcionar o curso de Administração. Em 1995 foi autorizado o curso de Ciências Contábeis. Em 2004 foi autorizado o curso de Sistemas de Informação e, em 2005 foi autorizado o curso de Serviço Social. Em 2009, foram unificadas a Faculdade de Ciências Administrativas e Contábeis Santa Lúcia e a Faculdade de Direito de Mogi Mirim, através da Portaria nº 1.746 de 22/12/2009. D.O.U. 24/12/2009, nascendo a Faculdade Santa Lúcia

Interagir com o ambiente educaconal exige inovação constante da estrutura organizacional e a Instituição responde a este desafio analisando permanentemente as expectativas e demandas do contexto social, econômico e do mercado de trabalho, assim como as alterações no perfil dos discentes, de maneira a estabelecer estratégias organizacionais e pedagógicas que consolidem a formação de profissionais capazes de influir decisivamente no contexto visando transformá-lo.No entanto, defende, a formação humana é a base na qual se assenta esta empreitada, pois como afirma Nóvoa (1995:16), “As escolas são instituições de um tipo muito particular, que não podem ser pensadas como uma qualquer fábrica ou oficina: a educação não tolera a simplificação do humano (das suas experiências, relações e valores)…”.

Neste processo, um ator fundamental é o docente, motivo pelo qual a Instituição desenvolve estratégias voltadas ao seu aprimoramento permanente, uma vez que, conforme enfatiza Tarcia (2006), o corpo discente transita atualmente de uma posição passiva para uma posição ativa, crítica, questionadora como decorrência do próprio incremento nos sistemas de comunicação social com a conseqüente facilidade de acessibilidade a uma quantidade cada vez maior de informações, o que requisita do docente competência teórica e técnica específica da área, pedagógica na utilização de diferentes linguagens; visão interdisciplinar e sistêmica, de pesquisa e formação de perfil pesquisador; enfim, de mudança de uma postura de gestor do processo de ensino para gestor de situações de aprendizagem.

O currículo é ação, vida, reflexão, construção e reconstrução. Cada participante do processo (Docente e Discente) deve estar aberto à comunicação, à troca, à reflexão, aos desafios. O indivíduo constrói conhecimento usando não apenas a razão, mas a intuição e as emoções; não devemos descartar o conhecimento que o discente carrega consigo. Educar, então, significa respeitar o conjunto de inteligências que cooperam harmoniosamente entre si.

A educação, nesta perspectiva deve ajudar os participantes do processo ensino-aprendizagem a conhecer a sua própria natureza humana, percebendo os seus conceitos, competências, habilidades, carências e emoções, visando a orientá-los de forma construtiva em direção ao bem comum. Esta concepção implica revisão de valores, que envolvem melhorias na qualidade dos relacionamentos, levando à justiça social, solidariedade e fraternidade.

Daí a importância do espaço da Faculdade ser um ambiente de aprendizagem, no qual as atenções estejam voltadas para o resgate do ser humano e para a busca de novas formas de pensar, de conviver, compreender o mundo e de valorar as questões ético-pedagógicas.

Coerente com esta posição, a Faculdade Santa Lúcia, em seus quase 20 anos de existência, realiza projetos educacionais baseados em pesquisas com participação ativa da comunidade acadêmica e da sociedade local e regional.

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A ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E ASSISTENCIAL SANTA LUCIA – AEDASLU

Fundada em 12 de março de 1990

Dirigentes da Instituição

Diretor: Prof. Ms. José Marcos Zanella Pinto

Vice Diretor: Prof. Roberto Raphael Carrozzo Scardua

COORDENADORES DE CURSO:

Profª. Ms. Elaine Cristina Valin Trova – Administração/ Sistemas de Informação

Prof. Ms. Dairson Mendes de Souza – Direito

Profª. Ms. Adriana Maria Domingues Jacinto – Ciências Contábeis

Profª. Drª. Ada Bragion Camolesi – Serviço Social


Atos Legais Faculdade Santa Lúcia